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Benvindos U.F. Sepins e Bolho

Turismo

Naturalmente vocacionada para o turismo, quer pelas suas belas e calmas paisagens verdes, quer pela riqueza gastronómica da região, a União de freguesias de Sepins e Bolho sabe receber de braços abertos quem nos visita. 

As acessibilidades são boas, quer para quem se descola de Norte, quer para quem se desloca de Sul. Terra rica em lavadouros, fontanários, são de maior destaque em termos de património cultural edificado as Igreja Paroquiais e os cruzeiros.

 

IGREJA MATRIZ DE SEPINS

Dedicado a S. João Baptista. É um templo de muito boas dimensões cujas origens remontam ao tempo do repovoamento do vale do Mondego, durante o séc. XI. Da Idade Média, contemporâneo do Condado Portucalense ou dos primeiros anos da Independência, no entanto da primitiva construção ficou apenas um gracioso tímpano de um portal, de estilo românico-condal, uma das mais importantes peças da estatuária nacional. Tem um pouco mais que um metro de largura e nele se vê Cristo em Magestade, sentado num cadeirão românico sob um arco, ladeado pelos símbolos tradicionais de dois Evangelistas ( a águia de S. João e o anjo de S. Mateus. Segundo a tradição, conservada através das palavras de uma lápide, estaria primitivamente datado de 1118.

O edifício actual resulta de ema reforma dos fins do século passado. Para além de duas pias de água benta manuelinas, assentes em mísulas  renascentistas. Da imaginária conservam-se diversas esculturas decategoria, de estilo gótico, a mais bela das quais é uma Senhora com o Menino, em pedra, datável da centúria de Quatrocentos, figurando Santo António , com peixes na base.

 

IGREJA MATRIZ DE BOLHO

Com a frontaria voltada a NW, é um templo de linhas muito sóbrias que beneficiou de grandes obras de restauro e melhoramento que lhe alteraram o carácter antigo. Um letreiro cravado na porta de entrada indica que as benfeitorias foram da responsabilidade de Joaquim Francisco Quinteiro, quando corria o ano de 1809.

No interior três altares destacando-se o grande retábulo da capela-mor, de talhas douradas de estilo barroco e que inclui diversas esculturas de calcário saídas de oficinas da região. De entre elas destacam-se a do patrono da igreja, S. Mamede, uma Senhora com o Menino e um S. Sebastião, todas do séc. XV.

Os retábulos colaterais são igualmente do período de transição entre as centúrias de seiscentos e setecentos, barrocos, da época e tipo próprio do reinado de D. Pedro II.

A Igreja Paroquial de Bolho, cuja construção parece datar de 1669, tem três altares com escultura artística, principalmente o Altar-Mor. O sino grande da Torre foi fundido em 1798. 

 

LOCAIS A VISITAR

• Igreja Matriz de Sepins

• Igreja Matriz de Bolho

• Capela do Bolho

• Capela do Anjo da Guarda

• Capela de São Mateus

• Capela de olho  

• Capela de Nossa Senhora do Amparo  

• Capela de espinheiro  

• Capela de escapães

 

GASTRONOMIA

• Carne Assada

• Leitão Assado

• Chanfana

• Chanfana é um dos pratos tradicionais mais famosos, cozinhada nos caçoilos de barro preto de Sepins.

• Negalhos

 

ARTESANATO

Longe vão os tempos em que nesta Freguesia se praticava a arte do vime, fazendo cestos e outras peças artesanais para o uso do dia a dia, quer para o uso nas tarefas diárias das pessoas da terra, quer para a venda nas feiras e mercados. 

Actualmente, já não existem artesãos na Freguesia para dar continuidade a tão valioso património cultural. Também a tanoaria fazia parte da terra, sendo esta uma terra de vitivinicultura, eram necessários os respectivos pipos que eram feitos pelas mãos de pessoas sábias na arte da tanoaria. Também aqui já não existe actualmente que pratique tal arte.

Os cestos, as seiras, os tabuleiros e muitas outras peças utilitárias ou decorativas nascem de um trabalho metódico deentrelaçar o vime segundo padrões criados pelos artesãos. 

Estas peças, algumas delas multicolores e de tamanhosdiversos, são muito procuradas pela sua leveza e encanto de formas e cores.

A Tanoaria é uma arte ancestral, intimamente ligadas às regiões de produção vinícola, consistindo no fabrico de vasilhames em madeira para o armazenamento do vinho. 

Assim, com as madeiras de carvalho, eucalipto fabricavam-se pipas, tonéis, canecos,  celhas e outros artefactos, especialmente para a colheita, tratamento e transporte de vinho.

 

EVENTOS ANUAIS

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